O Grande Colisador de Hadrões (LHC, na sigla em inglês) do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN) iniciou as colisões entre feixes de protões – 20 milhões de vezes por segundo e a uma energia de sete Teraelectrões-volt (TeV), sendo este um novo recorde.
A ideia é que esta experiência ajude a lançar luz sobre as origens do universo, além de responder a importantes questões da Física. As colisões representam uma nova era na ciência para os investigadores que trabalham no LHC.
A colisão entre dois feixes de protões que circulam nos dois sentidos permite que estes, ao embater, libertem partículas mais pequenas, muitas das quais os cientistas apenas suspeitam que existem. O LHC realiza as colisões de feixes de protões como parte de uma ambiciosa experiência que busca revelar detalhes sobre micropartículas e microforças teóricas.
Os investigadores também esperam analisar, em escala mínima, o que ocorreu nos segundos após o Big Bang, o momento de criação do universo, há 14 mil milhões de anos. Fabiola Gianotti, física italiana a cargo da experiência ATLAS com o LHC, no CERN, referiu que com o Grande Colisador de Hadrões poderá “descobrir-se a essência de toda a procura”.
Rui Lopes

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